Agaricus Blazei

Himematsutake, Cogumelo do Sol (mushroom of the sun), Cogumelo de Deus (mushroom of god), Cogumelo de vida (mushroom of life, Royal Sun Agaricus, Mandelpilz, Almond Mushroom e outros cogumelos saudáveis. It is edible by humans and is a native from Piedade city, a mountain region near to São Paulo, Brazil.

16.6.08

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 41 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, promove no próximo dia 31 de maio, duas palestras abertas ao público sobre os benefícios dos cogumelos comestíveis para a alimentação e saúde. As palestras encerram o Curso sobre Cultivo de Cogumelos Comestíveis e Medicinais, que começou hoje (28/5) sob a coordenação da pesquisadora Arailde Urben para 34 participantes de várias regiões brasileiras.

A primeira, de 8 às 9h30, será apresentada pela pesquisadora Arailde Urben e vai abordar o tema: "Importância do uso de cogumelos: aspectos nutricionais e medicinais". A segunda, sobre o tema "Efeitos terapêuticos de Agaricus blazei e Ganoderma lucidum" será ministrada pelo médico ginecologista e oncologista de São Paulo, Jorge Laerte Gennari, e pela médica pediatra de Brasília, Ilma da Cunha Barros, de 9h45 às 12h. "Essa é uma oportunidade importante para que os profissionais da área de saúde do DF e o público em geral conheçam melhor as propriedades medicinais dos cogumelos e os seus benefícios para a saúde humana", ressalta Urben.

CURSO DIVULGA TECNOLOGIA PARA PRODUTORES

O Curso sobre Cultivo de Cogumelos Comestíveis e Medicinais é oferecido todos os anos pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, com o objetivo de treinar os participantes na tecnologia chinesa Jun-Cao. Essa tecnologia foi trazida da China pela pesquisadora, em 1995, e adaptada para o Brasil com o objetivo de reduzir os custos de produção de cogumelos, já que utiliza substratos de gramíneas, ao invés de troncos de árvore e serragem, como nos meios de cultivo tradicionais.

De lá para cá a Embrapa tem se esforçado para divulgá-la junto aos produtores brasileiros, especialmente a partir de cursos, visando tornar o cultivo de cogumelos mais popular, já que apesar de seus benefícios para a alimentação humana - são alimentos muito nutritivos, com quantidade de proteínas superior a da carne 28 a 34% contra 14% da carne, ricos em vitaminas e carboidratos e com baixo teor de gordura - sua produção é ainda inexpressiva no Brasil (apenas 30g/ano), quando comparada com outros países, como a França, por exemplo, onde chega a 2 kg per capita.

Por isso, ainda há muito a ser feito para a divulgação dos cogumelos no país, afirma a pesquisadora Arailde Urben. "É importante que a população conheça os benefícios desses alimentos para a nutrição e a saúde e passem a incluí-los em sua dieta alimentar", afirma.

As palestras serão realizadas no auditório central da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, localizada no Parque Estação Biológica – PqEB, final da Av. W5 Norte, em frente à Câmara Legislativa do DF - veja no mapa.

FONTE

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Fernanda Diniz - Jornalista
Telefones: (61) 3448-4769 e 3340-3672


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Links referenciados
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
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Fernanda Diniz
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Embrapa
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23.4.06

Vida saudável estimula produção de cogumelos

Shiitake, shimeji e champignon estão entre os tipos mais consumidos no País

Cogumelos são ricos em vitaminas, fósforo e proteínas, têm baixo índice de gordura e agradam os paladares mais exigentes. Além de conterem fibras que ajudam na digestão, são pouco calóricos, ideais para os que desejam manter a forma. A variedade é grande, mas shiitake, shimeji e champignon são alguns dos tipos mais consumidos. Por essas e outras qualidades, a produção de cogumelos se firma como opção de negócio para empreendedores.


Para investir em um galpão de 500 metros quadrados, com produção mensal de 40 quilos, são necessários R$ 5 mil. O faturamento mensal vai de R$ 500 a R$ 1 mil. A margem de lucro é de 500% sobre o produto, já que o custo da produção é de R$ 6 (o quilo) e os cogumelos podem ser vendidos por até R$ 35 (o quilo). Outra opção é o cultivo de cogumelo do sol, utilizado para fins medicinais, que exige aporte inicial de R$ 18 mil. O faturamento pode chegar a R$ 2 mil.

De acordo com Ricardo Fernandes, proprietário da Shiitake & Shimeji Imperial, de Petrópolis, Rio de Janeiro, o ideal é cultivar o shiitake em ambiente com umidade perto de 90%. As temperaturas têm que ser amenas, entre 10 e 30 graus, em altitude média de 800 metros. O empreendedor, que começou no ramo há 10 anos, afirma que está trabalhando atualmente com quatro tipos: shiitake, shimeji, cardoncello e pleuroto. O carro-chefe é o primeiro. Em época de safra (setembro, outubro e maio) são produzidos 200 quilos semanais de shiitake, ao passo que os outros tipos, juntos, somam 500 quilos, por semana. Na entressafra, a produção de shiitake cai significativamente: 60 quilos mensais.Daí a oscilação dos preços, que vão de R$ 20 a R$ 35, o quilo. "Como o shiitake não é produzido o ano todo, há que se diversificar". O shimeji, cultivado em estufas climatizadas, com temperaturas entre 5 e 15 graus, é uma opção. Na Shiitake & Shimeji Imperial, a produção de shimeji mantém-se em 250 quilos semanais, mesmo na entressafra de shiitake, graças a essa alternância. Os principais compradores são os supermercados, hotéis e restaurantes. Esses últimos costumam pagar melhor. "A demanda existe o ano todo, por isso conseguimos bons lucros", comenta Fernandes.Pode-se optar por duas formas de cultivo De acordo com o produtor de Petrópolis, há duas formas de cultivo: em troncos de árvores e em serragem. No primeiro caso, o eucalipto fornece a madeira ideal, já que os troncos são retos e de fácil manejo. Além disso, o produto pode ser encontrado em grandes quantidades, com preços mais acessíveis do que as castanheiras e carvalhos. Já no cultivo em serragem, os resultados aparecem mais rapidamente. O custo, entretanto, é maior. De acordo com Fernandes, utiliza-se a serragem de eucalipto, acrescentando-se suplementos como farelo de arroz, de trigo e fubá, que oferecem nutrientes aos cogumelos. Essa mistura deve ser colocada em sacos plásticos de polipropileno. Feito isso, a serragem passa por um processo de esterilização, a fim de evitar que os cogumelos sejam contaminados por fungos e bactérias em uma etapa posterior. Daí parte-se para a semeadura, colocando-se cogumelos vivos em cada saquinho. Na produção em toras, a primeira colheita ocorre de seis a oito meses depois da "semeadura". Se for colocado em serragem, a produção ocorre em 60 dias. "Isso porque o cogumelo terá mais nutrientes, com equilíbrio de pH e umidade. É mais viável economicamente", diz o produtor de Petrópolis, explicando que, nos galpões, deve-se borrifar água nos cogumelos duas vezes ao dia.No Verão, a borrifação precisa ser feita mais vezes. O galpão pode ser rústico, feito com madeira e telha de amianto. Nas laterais, sombrite (telas de proteção) e cortinas plásticas, para reduzir a iluminação e a incidência de ventos. Para construir um sistema de aclimatação, que otimiza a produção, gasta-se, em média, mais R$ 500, valor utilizado para a compra de uma bomba d"água e um timer. Fernandes acrescenta que os que pretendem começar no ramo devem procurar suporte. No caso da Shiitake & Shimeji Imperial, contou-se com a colaboração do agrônomo e professor da Universidade de Guangdong (China), Lin Han Guo, bem como do biólogo e especialista em fungicultura da Universidade de Jilin, Li Yu.Quando perguntado sobre a produção do cogumelo mais famoso entre os brasileiros, o champignon, o petropolitano afirma que, no Brasil, o cultivo não vale a pena. "O abastecimento desse tipo é satisfatório, por isso a oferta é muito grande e os preços são baixos. Além disso, a concorrência interna e externa, principalmente da China, é expressiva, sem falar que as margens de lucro são menores", esclarece Fernandes, lembrando que o custo da produção do champignon é o mesmo dos demais, porém o preço do quilo cai para apenas R$ 9.

Cogumelos do sol são usados em medicamentos Não só os exemplares comestíveis dão lucros aos produtores. Em São Paulo, está concentrada a maior parte da produção nacional de cogumelos do sol, usados como matéria-prima em medicamentos fora do País. Os produtores que partem para essa modalidade têm excelentes perspectivas. De acordo com o economista e consultor em agronegócios do Sebrae mineiro, Armírio Duque de Oliveira Neto, exporta-se 90% do que é produzido internamente, já que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura ainda não têm comprovação científica sobre o uso medicinal da espécie.Os principais compradores são Alemanha, Estados Unidos e Itália, que consomem o cogumelo na forma desidratada, pagando cerca de US$ 330, o quilo. A forma de produção é semelhante a dos comestíveis: a umidade dos galpões deve estar entre 75% e 85% e a temperatura na faixa de 23 a 27 graus. No estado de São Paulo concentra-se 70% da produção brasileira. Depois vêm Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. Em terras mineiras, são 31 produtores reunidos na Associação dos Produtores de Cogumelo do Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha (Aproconova).Para ser consumido no mercado interno, como suplemento alimentar, o produto deve ser transformado em pó e encapsulado (potes de 30 e 50 gramas). O quilo custa R$ 130. Além da forma desidratada, o produto está sendo testado na forma comestível, em conserva, ao alho e óleo. Para que a venda no mercado nacional seja aprovada, o Sebrae/MG tem liderado, junto com cientistas, pesquisas, análises químicas e nutricionais.O começo de uma produção requer a construção de estufas climatizadas, de 50 metros quadrados, cada. O custo é de R$ 18 mil. O valor inclui ainda a aquisição de máquinas para lavar, de selagem e embalagem, além de uma desidratadora e 5 toneladas do composto - que dura 4 meses - usado para "semear" as estufas. "Isso vai gerar uma produção de 15 quilos por mês. Mas para os produtores atenderem os compradores externos, é preciso colocar mensalmente no mercado, pelo menos 700 quilos", explica Oliveira Neto, afirmando que uma das funções do Sebrae/MG é prestar assessoria técnica aos produtores da Aproconova.

ServiçoAproconova, 0xx31-3221-1339Sebrae/MG, 0xx-31-3269-0180
Shiitake & Shimeji Imperial, 0xx24-2291-5682

Produção de shiitake, shimeji e cardoncello (uso culinário)
Investimento inicial: R$ 5 mil (construção de um galpão simples)
Faturamento médio mensal: de R$ 500 a R$ 1 mil
Produção mensal: 30 a 40 quilos
Custo da produção: R$ 6 por quilo
Margem de lucro: 500% sobre o produto
Área: 500 metros quadrados
Número de funcionários: 4 por galpão
Risco: baixo, devido ao valor acessível do investimento e à demanda constante.

Produção de cogumelos do sol (complemento alimentar e exportação) Investimento inicial: R$ 18 mil (construção de estufa climatizada)
Faturamento médio mensal: R$ 2 mil (o quilo custa R$ 130 no Brasil e US$ 330 no exterior)
Produção mensal: 15 quilos
Área: a partir de 50 metros quadrados
Número de funcionários: 4 por estufaRisco: médio, devido ao fato de que a venda do produto, na forma comestível, ainda não é aprovada pelo Ministério da Agricultura

Jornal do Comercio - 28/3/2006

9.1.06


History
It was first mentioned by the US Taxonomoist Murrill in the (Index of Fungi, 1947, pg. 16).
In 2002 Wasser, Didukh (Intl J Med Mush 4:267-290) discovered this species to be identical to the already known Agaricus brasiliensis.


Commercial use
Due to its high content of
beta glucan, higher than both Reishi and Shiitake mushrooms, Agaricus subrufescens is used in oncological therapy, mainly in Japan and California. It has been commercially cultivated in Asia and South America since 1993. Because of this valuable polysaccharide, and lack of supply, Agaricus blazei is relatively expensive.
Agaricus blazei
mushroom specifically helps in production of interferon and interleukin, which are instrumental in fighting off cancer cell metastasis, especially cancer of the uterus. It also reduces blood glucose, blood pressure, cholesterol levels, and the effects of arteriosclerosis.
The Beta Glucan found in ABM is actually three different substances:
1. Beta-(1-3)-D-glucan
2. Beta-(1-4)-a -D-glucan
3. Beta - (1-6)-D-glucan


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